Daniel Gama
Daniel Gama é artista da cena. Escreveu e atuou nos espetáculos “Borboleta de Mármore”, estreado em Brasília e “Palavroando”, estreado em Lisboa. Investiga as linguagens da palhaçaria, dança contemporânea e artes visuais. Na performance, apresentou “Enigma” na galeria Anaglifos em Barcelona, “The Big Game” no Festival Kaleka, norte da Espanha e “Memory” no Museu CIAJG em Portugal.
biografia completa
Daniel Gama é artista da cena, dramaturgo, diretor e programador cultural. Fundador e integrante da quase cia., desenvolve uma pesquisa autoral que articula teatro, performance, literatura e artes visuais.
Assina a dramaturgia e atua nos espetáculos “Burburinho – a primeira festa” (2024) e “Trilogia do Susto” (2024), apresentados em Belo Horizonte. Escreveu, dirigiu e atuou em “Borboleta de Mármore” (2023), espetáculo contemplado pelo FAC-DF com circulação pelos SESCs, e em “Palavroando: um monólogo a dois” (2020), estreado em Lisboa. Também integrou o elenco e a produção de “Technicolor” (2025), com direção de Ricardo Alves Jr e Germano Melo, e realização do SENAI.
No audiovisual, atuou nos longas-metragens “A Última Festa”, dirigido por Matheus Souza, e “Luna”, dirigido por Cris Azzi, além de trabalhos em curtas-metragens e campanhas publicitárias. Como roteirista, assina o documentário “Ocean Ride: da Bahia para a NASA”.
Na dança e na performance, apresentou trabalhos em espaços e festivais internacionais, como Festival Kaleka, Anaglifos Art Factory, La Lírica Física (Espanha), Museu CIAJG e ODD Trindade (Portugal). Entre seus trabalhos destacam-se “The Big Game”, “Enigma”, “Memory” e a série de vídeo-performances “Tudo que seus ouvidos insistem”.
É autor também do livro de poesia “Tulipa’s Bar”, com publicação ainda inédita.
E atua, paralelamente, como analista e programador do SESI Cultura MG, desenvolvendo projetos para o Centro Cultural e a Orquestra SESIMINAS, além do Museu de Artes e Ofícios.








